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Look, look at me Say you don’t care anymore Look, look into my eyes Say what I really mean to you Say that I shouldn’t care Say that I shouldn’t feel Say that I’m no longer important. You don’t know me anymore I don’t know you, too. I don’t know… Why I still care Why I still feel I only know that You’re still in my heart. PS. Este poema não e autobiografico.

O Natal, época de alegria e de paz!

A Sociedade em que vivemos é uma sociedade extremamente consumidora, extremamente apegada aos bens materiais, uma sociedade que conseguiu modificar o sentido e a razão de uma época tão especial como o Natal. Nesta época vêem-se os adultos atarefadíssimos a comprar prendas para “a” e para “b” e sem esquecer o “c” e o “y”, vêem-se pessoas a invadirem os hipermercados para comprarem tudo o que precisam de oferecer, prendas muitas vezes pouco personalizadas. E eu pergunto-me onde está aquele espírito de alegria e de paz que supostamente deveria haver? É praticamente impossível que alguém no meio de tanto stress, no meio de tanto materialismo consiga realmente encontrar essa alegria, essa paz. Mas mesmo no meio de tanto stress muita gente, mesmo que não se sinta feliz, põe um sorriso na cara e sai para a rua, como se tudo lhe corresse às mil maravilhas. Sorri e cumprimenta a amiga, o vizinho e até o colega de trabalho que odeia. Mas para quê fazer isso? Para quê tanta felicidade? Porqu...

Algo pa pensar..

Convencemo-nos que a vida será melhor depois... Depois de acabar os estudos, depois de arranjar trabalho, depois de casarmos, Depois de termos um filho, depois de termos outro filho. Então, sentimo nos frustrados porque os nossos filhos ainda não são suficientemente crescidos e julgamos que seremos mais felizes quando crescerem e deixarem de ser crianças. Depois, desesperamos porque são adolescentes, insuportáveis. Pensamos: 'Seremos mais felizes quando esta fase acabar!' Então, decidimos que a nossa vida estará completa quando o nosso companheiro ou companheira estiver realizado... Quando tivermos um carro melhor... Quando pudermos ir de férias... Quando conseguirmos uma promoção... Quando nos reformarmos... A verdade é que NÃO HÁ MELHOR MOMENTO PARA SER FELIZ DO QUE AGORA ! Se não for agora, então quando será? A vida está cheia de depois... É melhor admiti-lo e decidir ser feliz agora, de todas as formas. Não há um depois, nem um caminho para a felicidade...

O Inevitavél

Um olhar puro. Um sorriso inocente penetram na minha mente e inesperadamente ficam retidos no coração, Sem me aperceber um sentimento nasce, cresce e domina todo o meu ser. Aos poucos reconheço-o, percebo o seu significado sinto o seu calor doloroso. Sem reparar sou apanhada na sua teia tão confusa e tentadora. Provo este poderoso veneno que todos conhecemos que todos exprimentamos. Através do teu olhar. Através do teu sorriso Aprendo a amar. Adoru-t Marco Este e para ti.

Mais 1 poema Sem titulo

Perdida em mim Vagueio pelo mundo de emaranhados sentimentos, que, lentamente, me destroem Me fazem esquecer. Esquecer quem sou. Esquecer quem fui, Apenas sabendo quem és. E entrego-me, Sem medo. Sem dor Sem mim. Mas algo me prende aqui, Algo que não me deixa desistir, Largar tudo por um sonho impossível, Largar tudo por ti. E reencontro-me Sem medo Sem dor Sem ti. Ana José Pires Pronto aqui está mais 1 poema agr escrito por mim.

Mais 1 poema

Aqui vai mais um poema este de David Mourão Ferreira: E por vezes as noites duram meses E por vezes os meses oceanos E por vezes os braços que apertamos nunca mais são os mesmos E por vezes encontramos de nós em poucos meses o que a noite nos fez em muitos anos E por vezes fingimos que lembramos E por vezes lembramos que por vezes ao tomarmos o gosto aos oceanos só o sarro das noites não dos meses lá no fundo dos copos encontramos E por vezes sorrimos ou choramos E por vezes por vezes ah por vezes num segundo se envolam tantos anos. É muito bonito espero k gostem ;)

Escada sem corrimão

É uma escada em caracol E que não tem corrimão Vai a caminho do sol Mas nunca passa do chão. Os degraus quanto mais altos, Mais estragados estão Nem sustos nem sobresaltos Servem sequer de lição Quem tem medo não a sobe Quem tem sonhos também não. Há quem chegue a deitar fora O lastro do coração. Sobe-se numa corrida Correm-se perigos em vão Adivinhas-te: é a vida A escada sem corrimão David Morão Ferreira Aqui está 1 poema que eu adoro! espero que tb gostem