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Mais 1 poema

Aqui vai mais um poema este de David Mourão Ferreira: E por vezes as noites duram meses E por vezes os meses oceanos E por vezes os braços que apertamos nunca mais são os mesmos E por vezes encontramos de nós em poucos meses o que a noite nos fez em muitos anos E por vezes fingimos que lembramos E por vezes lembramos que por vezes ao tomarmos o gosto aos oceanos só o sarro das noites não dos meses lá no fundo dos copos encontramos E por vezes sorrimos ou choramos E por vezes por vezes ah por vezes num segundo se envolam tantos anos. É muito bonito espero k gostem ;)

Escada sem corrimão

É uma escada em caracol E que não tem corrimão Vai a caminho do sol Mas nunca passa do chão. Os degraus quanto mais altos, Mais estragados estão Nem sustos nem sobresaltos Servem sequer de lição Quem tem medo não a sobe Quem tem sonhos também não. Há quem chegue a deitar fora O lastro do coração. Sobe-se numa corrida Correm-se perigos em vão Adivinhas-te: é a vida A escada sem corrimão David Morão Ferreira Aqui está 1 poema que eu adoro! espero que tb gostem

Perguntas e respostas

Aki vão algumas perguntas e respostas engraças e desnecessárias: Dois amigos que não se vêm há algum tempo encontram-se num sitio inesperadamente e um deles pergunta: -Manel estás aqui? Bem se ele o esta a ver e porque ele esta ali, a não ser k seja um fantasma. Lol Alguém liga para o telefone de casa para saber se os donos da casa já chegaram ou já saíram e pergunta quando lhe atendem o telefone: -Já chegaram/ Ainda está em casa? Se lhe estão a atender o telefone e porque estão em casa ora pk já chegaram ora pk inda n saíram e impossível atenderem o telefone e n estarem em casa! LOL Quando alguém bate a campanhia de um prédio e quando do outro lado perguntam quem é a pessoa que tocou a campanhia responde: -Sou eu. Interessante era no mínimo estranho que não fosse a própria pessoa, se foi ele k tocou de certeza k e um eu. DAH Estas coisa acontecem tds os dias e tds nós dizemos e tds nos rimos disto. Se se lembrarem de mais alguma pergunta/resposta estranha digam.

"A vida é feita de nadas (...)"

"A vida é feita de nada"*, nadas que fazem a vida valer a pena: de um raio de Sol numa manhã, de um sorriso, de uma lagrima, de um beijo, de um abraço. De olhar o céu e perder-me na sua imensidão, da chuva que parece querer brincar da chama que dança à lareira. De voar num baloiço e sentir o vento que me embala, de ouvir o mar e sentir a sua paz, de passear sem destino. De uma amiga inesquecivel. De sonhar sem receio de acordar. Ana Pires *verso de Miguel Torga Bem aqui está mais um poema meu, foi a stora de português que nos obrigou a fazer inspiradas nesse verso e eu achei que ate tinha ficado giro por isso aqui está ele.

O Meu Anjo-da-Guarda!

Avanço por esse caminho obscuro, sozinha. Tento dar os meus primeiros passos, sozinha. Caio e tento levantar-me, sozinha tento aprender a ser somente eu. O caminho é longo e sombrio, é a vida! Procuro forças que me deixem continuar forças essas que me forçam a regressar. Vinda de longe apareces, seguas-me na mão, iluminas-me o caminhbo, ensinas-me a voar. Caminhas a meu lado sem nuca me deixar só. Tentas achar um raio de sol na noite cerrada. Tentas dar-me água em pleno deserto. O caminho ainda não chegou ao fim mas já sei que eu, só eu, não sou niguém "Eu sem ti não sou niguém!" Gostava de puder escrever as palavras mais belas, tão "belas" como tu mas nada mais me ocorre a não ser: Obrigada! Nunca te esquecerei! Meu Anjo-da-Guarda Bigada Mamã! Isto é pa ti!

Tormento

Passeio pela praia deserta onde um dia te encontrei, onde um dia dormi embalada pela doçura da tua voz. Recordando o calor do teu toque, as lágrimas, quais pendentes de gelo, percorrem a minha face gelando os meus sentidos. Trazido pelo mar apareces, trazendo contigo o brilho do meu olhar, carregando a chama que nos aquecia e o amor que nos alimentava. Andas à minha volta deixas-me tonta de desejo. Tento tocar-te, tento abraçar-te tu foges e ris-te vitorioso. A onda que te trouxe de volta leva-te de novo de junto de mim, deixa-me a ver-te partir receando não te voltar a ver. Olho o horizonte na esperança de te ver procuro-te loucamente mas tu não estás lá mas a chama do nosso amor resiste, continua a arder como se dos velhos tempos se tratasse. Quem a alimenta? Não sei. Eu perdi as minhas forças. Tu nunca quiseste. talvez sobreviva da esperança do que podia ter sido. (era so pa dizer k isto ñ e autobiografico)

Caminho da Destruição, Caminho do Coração!

Corro, fujo, escondo-me! Tento em vão escapar, escapar à tua teia. Mas estendes-me a mão, prendes-me numa jaula aberta e selas-me com o teu olhar. Não, não posso! Não, não quero! Não, não vou enveredar por esse caminho! Caminho de fogo ardente que me destroi, que me aquece! Mas é demasiado tentador, demasiado promisor, cheio do amor que não tens para dar! Desisto, não resisto sigo esse caminho do teu coração e (in)felizmente volto a amar. Corres, foges, escondes-te! Tentas em vão escapar, escapar ao que criaste. Magoas-me, destrois-me, sem saberes, sem quereres saber. Já estás a salvo na tua concha. A concha do teu coração Onde eu não posso entrar. Onde eu não pertenço! Mas eu continuo nesse caminho de dor, tento regressar, achar uma saída. Tento esquecer-te! Esquecer que existes! Esquecer todas as tuas recordações! Esquecer o que fomos um dia!